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domingo, 23 de outubro de 2011

A lista de presentes

A lista, com certeza, é uma das coisas mais bacanas dos preparativos. Momento de descontrair, apesar de passar 3h30 em pé escolhendo o que queremos ter na nossa casinha. Fomos na semana passada, no Zaffari Higienópolis, acompanhados pela minha mãe e minha sogra. Elas se comportaram muito bem, achei que a dona Suzana fosse dar pitaco em tudo (hehe), mas ela foi ótima, assim como a Cris, mãe do Mateus. Foi cansativo, no final da noite eu estava tonta. A Mari apareceu por lá quando estávamos quase terminando e deu várias sugestões, itens que tínhamos deixado de fora da lista e que fazem falta, segundo a dona de casa experiente. Começamos tudo de novo....e lá se vai mais uma hora.

É um trabalho gostoso escolher quais copos de cristal queremos, o tamanho ideal das panelas, aliás, foi uma decisão difícil, gosto de panelas mais altas e muitos jogos só tinham das mais baixas, qual castiçal escolher, prato de bolo então? São tantos...Mais cansada que nós, só a vendedora. Recomendo fazer a lista no Higienópolis, eles têm o leitor de barras, a Adriana, que nos acompanhou não precisou ficar anotando o código, só apertava o botão e pronto. O segundo andar da loja é destinado à casa, decoração, louças...por isso, é mais organizado para fazer a seleção.

Estava pensando em fazer uma lista na Roberto Simões, mas estou reavaliando a ideia. No Zaffari encontrei tudo que queria. E as pessoas ainda têm preconceito achando que a RS é muito cara, de fato, algumas coisas tem custo mais alto, mas outras são mais em conta que no Zaffari. As vezes penso que é melhor deixar tudo concentrado em um lugar só, ou seria melhor dar mais opções aos convidados? Tô confusa!

Minha outra dúvida é se deixo ou não o cartão em anexo no convite informando sobre os locais onde fizemos a lista. A etiqueta torce o nariz mas os convidados, na maioria das vezes, agradecem. Fizemos um site, lá consta o local da lista. Além do mais os convidados podem ver aqui no blog, só que muitos não acessam. Ai, ai...

Essa coisa de ganhar presente sempre lembra uma história que já virou lenda na família Dihl. Minha prima mais velha, Iza, estava fazendo aniversário, ela era criança, não sei ao certo quantos anos...minha tia avó chegou com o presente e a mãe da Iza, minha dinda, disse: "não precisava" e a prima emendou "precisava sim". Sempre que alguém está de aniversário e recebe o presente, repetimos a célebre frase. Receber presente de casamento não é uma obrigação, claro, mas já faz parte da tradição. Não precisa, mas que a gente gosta, a gente gosta. Pronto, falei! Hehehe

Aqui, eu conto como foi a experiência de fazer uma lista de casamento no exterior, em Rivera, no Uruguai. E olhem que legal, ontem foi aniversário do Mateus, a dinda dele, que mora em Livramento, foi lá na Zebra comprar o presente de aniversário: o balde de gelo da nossa lista. Ficamos bem faceiros!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Bebidas x Receita Federal

Lembram quando contei aqui que compramos as bebidas em Rivera, fronteira com o Uruguai? Este final de semana descobri que foi um ótimo negócio, pensando pelo lado financeiro: compramos na cotação de R$ 1,60 e neste último final de semana o dólar já estava a R$ 1,80. Ui! Eu disse pelo lado financeiro porque ontem tomamos um baita susto... O primo do Mateus, Ernani, se ofereceu para levar quatro caixas para nós. Claro que aceitamos! Ele saiu de Livramento antes da gente, nós deitamos um pouco depois do almoço para descansar já que tínhamos acordado cedo para fazer a lista de presentes. Por volta das 15h o Ernani e a Mary, noiva dele, nos ligaram para dizer que a Receita Federal havia apreendido as quatro caixas. Eles queriam as notas, mas nós não tínhamos mais, pois havíamos comprado as bebidbas há dois meses. Vocês nunca vão fazer ideia do nosso pavor, um desespero silencioso, eu só pensava no dinheiro investido nas caixas, nas bebidas a mais que teríamos que comprar (e o dólar ainda mais alto), Mateus só balançava a cabeça negativamente...numa tristeza só! Nossa última esperança era ir até o Free Shop onde compramos as bebidas e tentar pedir uma nota para as quatro caixas, mas era praticamente impossível ele nos darem. Nem foi preciso chegar à loja, no caminho, o Ernani ligou para dizer que eles haviam liberado as bebidas. Alívio foi pouco! Nossa!!! Que loucura. Eu disse ao Mateus que era impressionante como podíamos ter ficado arrasados e depois tão felizes em questão de minutos.

Foi pura sacanagem do agente federal querer complicar por causa das caixas, não estavam acima da cota: tinham quatro pessoas no carro e quatro caixas, uma para cada um. Só sei que nossa tarde foi de muita aventura, pelo menos saímos de Livra aliviados. Para evitar qualquer estresse e não abusa da cota, saímos de Livra sem nenhuma caixa.

A lista de presentes

Este final de semana fomos a Santana do Livramento para o aniversário de 90 anos da dona Cely, avó do Mateus. Foi maravilhoso!!! Pena que a viagem é tão longa, são seis horas de estrada. A sexta, o sábado e domingo foram de muita emoção e aquele frio na barriga. No sábado de manhã fomos em Rivera para fazer a lista de presentes já que alguns dos nossos convidados são de Livra. Chegando lá, a funcionária disse que só poderíamos fazer a lista de segunda à sexta, depois de explicarmos que éramos de Porto Alegre, elas permitiram que fizéssemos no domingo. Ufa! Imagina perder a viagem?!

Saímos da festa da vó do Mateus às 4h20 da manhã e às 10h estávamos de pé para voltar a Rivera e fazer a lista. Não tem como descrever o tamanho do cansaço! Para a nossa sorte fomos muito bem atendidos na Zebra, free shop onde deixamos a lista. Eu preciso dizer quão bacana é essa parte? É muuuuito legal e divertido! Escolhi várias coisas fofas, queria ganhar tudo. Só ontem, voltando para Porto Alegre, me dei conta que não vou ganhar a maioria das coisas, pois não temos tantos convidados assim de lá. Hehehe. Eu disse ao Mateus que vamos voltar e comprar que não ganharmos. A melhor parte é que os preços são muito em conta, colocamos itens de dez dólares. Sem dúvida o que mais chama atenção é o preço de faqueiro, menos da metade do que custa em Porto Alegre.

Em tempo: cheguei a ficar em dúvida sobre como faríamos com os presentes de Livramento, pois não queria que os convidados trouxessem a Porto Alegre até porque nada a ver eles chegarem com o presente no dia da festa, né? Então a querida dinda do Mateus cedeu a casa para a loja entregar os presentes lá.

Achei no pai Google imagem da fachada da nossa lojinha.


Eu e Mateus escolhemos os itens sem nenhum estresse. Foi uma manhã maravilhosa...Daqui a pouco eu volto para contar da nossa tarde de domingo que foi bem tensa.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Saldos da viagem

Final de semana fomos para Livramento visitar a família do Mateus e garantir a espumante para o casório. Conseguimos comprar a Freixenet por R$ 14 (contei aqui sobre esse nosso plano), preço excelente. A dica para quem não tem o hábito de fazer compras em Rivera é sempre procurar pela cotação mais baixa, na que compramos, o dólar estava valendo R$ 1,64, em outras lojas R$ 1,69. A diferença pode parecer pouca mas na soma final vale muuuito a pena!

Dica importante para quem está pensando em rodar os 590 km entre a capital e a fronteira...é preciso pensar na logística: eu e o Mateus compramos 15 caixas (todos na loja ficaram espantados com o número de garrafas, na hora de levar a bebida até o carro, o vendedor brincou "não vão beber muito, hein"). A Receita Federal permite que cada pessoa transporte 16 litros (o que equivale a duas caixas e meia) - não pensem em driblar a fiscalização, pois os agentes estão em cima, ontem todos os carros foram parados e revistados. É preciso guardar as notas - Deixamos outras garrafas na casa da avó do Mateus, elas serão trazidas aos poucos, pelos familiares que virão a Porto Alegre nos próximos meses.

Além da compra para o casamento, aproveitei para renovar as maquiagens: comprei um blush da Revlon, um corretivo que eu mais que recomendo (onze dólares). Esse aqui embaixo ó....


Mas meus olhinhos viraram mesmo quando a vendedora me deu a dica de um produto para a área dos olhos. Queria ter comprado aquele da L'oréal, lançamento que várias amigas estão usando, mas ela me disse que trabalhava com uma marca francesa, que era muito mais eficaz. A base produto é de caviar e extrato de pérolas, oi?! É, isso mesmo...uma coisa de louco. Sempre desconfio desse papo de sumir com as olheiras, acho que uma vez urso panda, sempre ursinho panda, mas o que posso dizer das três vezes em que usei o creme é que a pele fica mais hidratada. Um lu-xo! E o melhor, paguei R$ 40, o lançamento da L'oréal está custando R$ 50 por aqui. Neste site aqui, diz que  a pele ao redor dos olhos é melhorada em 63% das mulheres e que as rugas foram reduzida em 79% das mulheres, segundo um teste realizado em 16 mulheres entre 40 e 65, o produto teste foi aplicado pelo menos duas vezes por dia durante 28 dias no contorno do olho". Volto a falar no assunto depois desse prazo.



Toda vez que vou para Rivera faço questão de ir ao super, Mateus diz que só eu para querer ir no supermercado uruguaio. Adoro mesmo! Da outra vez, comprei um conjunto de panelas, dessa quase comprei seis copos lindos, mas não resistimos a um relógio de cozinha. Parece papo de louco, né? É que eu comprei um quadro negro de recados para colocar na cozinha e o relógio é muito parecido, até parece do mesmo conjunto.

Por último, preciso contar um episódio engraçado...Sou viciada em duas lojinhas por aquelas bandas, estava em uma delas, a Tiendas Montivideo, quando vi umas sapatilhas por R$ 5, na hora exclamei falei em voz alto (eu tenho mania de falar sozinha) que se eu fosse casar no inverno certamente compraria aquelas sapatilhas para as minhas convidadas. Uma vendedora ali perto me olhou com um ar de interrogação e eu expliquei a ela que ao invés dos chinelos, daria as sapatilhas. Ela não estava entendo nada e eu contei que era comum dar de lembrancinha as havaianas (ou genéricos delas) e ela perguntou: "e elas ficam para ti?", disse que sim e expliquei que essa era uma maneira das meninas curtirem a festa até o fim. Ela ficou muito impressionada, me olhou e disse "vocês têm cada uma, né?". Sorri e concordei.





quarta-feira, 11 de maio de 2011

Papo de meninas parte I

Adoro receber dicas, especialmente quando são de esmaltes. Hoje a querida colega @cha_kramer me deu uma dica bem bacana. Confesso que nunca usei a marca O.P.I, vejo muito desses esmaltes em Rivera, mas ainda não me aventurei. Em julho devo ir para lá e vou comprar. Parentêses: a família do Mateus mora em Santana do Livramento que faz fronteira com Rivera (Uruguai) por isso, umas duas vezes por ano, viajamos ao exterior. Gosto muito de passear pelos Free Shop em Livra.

É bem fácil de entender como funciona a brincadeira aí embaixo, achei fofo porque dá para regular a tonalidade da pele e o tamanho das unhas, depois é só se divertir testando as cores. Para ver direitinho como funciona e passar horas testando os esmaltes, clique aqui.