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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A escolha dos padrinhos

Nem sei por onde começar...foi uma das tarefas mais difíceis que tive até agora: escolher quem estaria aos nosso lado no altar. Achei que seria fácil e era para ser, o problema é que nossa igreja é pequena e só permite quatro casais de cada lado e cadê caber todo mundo? Que dó fazer essa escolha. É matemática simples (por isso nunca gostei dessa matéria) a conta não bate: muita gente querida, especial e importante para pouco espaço.

Como já tinha comunicado aos padrinhos que eles eram os escolhidos tivemos que rebolar: ao todo são 10 casais, você que é bom em matemática já percebeu que a conta realmente não fecha, a solução? Escolher dois casais para serem padrinhos do civil e acomodá-los no primeiro banco da Igreja. Eles farão parte do cortejo, só não estarão no altar, subirão quando forem chamados para assinar a papelada do casamento civil. Essa foi só a primeira parte difícil....quem ficaria sentado no banco? Juro que queria chorar, não existe a menor distinção entre os escolhidos, meu maior medo era magoar alguém, mas espero que eles entendam que tudo é culpa da matemática, não minha. Ao mesmo tempo, penso que esse meu depoimento deve fazer com que eles perceberem que são muito amados e queridos por nós e que fizemos de tudo para termos essas pessoas que dizem muito nas nossas vidas ao nosso lado no Grande Dia.

Aguardem que ainda hoje vou contar o que bolamos para chamar os nossos dindos. Quem já ouviu a história disse que somos criativos. Ah, nossos padrinhos também acharam! Conseguimos surpreender a todos.

domingo, 14 de agosto de 2011

O dia dos pais

Eu tinha nove anos quando meus pais se separaram, por motivos que não cabe aqui explicar, fui me distanciado do meu pai, passei muitos anos sem ter nenhum tipo de contato com ele. Há poucos anos criei coragem e liguei para ele num dia dos pais, graças a terapia e a minha religiosidade, leia-se Deus....Desde então tenho tentado manter um certo contato, pelo menos em datas especiais como a de hoje, aniversário dele, Natal ou em qualquer outro dia para saber como ele está, se vai bem de saúde.

Bem, hoje é o dia dele, mas ele não é único que merece um "parabéns", na minha vida tenho outros dois Paizões, meus irmãos Rodrigo (11 anos mais velhos que eu e a Mari) e o Eduardo (oito anos de diferença da gente). A mãe sempre nos contou que desde que eles souberam que ganhariam duas maninhas, eles ficaram eufóricos (isso que o quartinho deles brincar virou nosso quarto). Quando ela fez a eco e eles nos viram dentro da barriga dela, choraram. Queridos! São nossos amores, a relação entre irmãos é uma dádiva e tem muito de pai e mãe, no cuidado de um com o outro, no querer bem...Não chamo a Mari de mana, mas sempre chamei os manos assim.

Hoje ambos são pais e tanto o Fred, que tem 10 anos (filho do Eduardo) quanto a Maria Clara, que fez um aninho em junho (filha do Rodrigo) são crianças abençoadas: têm amor por todos os lados, mães que amam muito eles e Paizões incríveis. Admiro muito a relação entre os manos e seus filhos, fico olhando e pensando em quando tiver os meus...sabiam que mulheres escolhem seus parceiros pensando também nos seus filhos? Eu acho que sim porque sei que Mateus será um baita pai.

O Rodrigo entrou com a Mari na Igreja, no dia do casamento dela, ele olhou para ela, antes das portas abrirem e falou "não sei se um dia terei a chance de levar uma filha ao altar", na verdade, Helena já estava grávida, mas ainda não sabia. Há poucas semanas reforcei meu convite para o Eduardo ocupar esse lugar tão especial no meu casório: vai entrar de braço dado comigo na Igreja. É também uma homenagem, é um carinho, é um consolo, é um momento único, inesquecível...é meu muito obrigada por esses dois homens tão importantes e participativos na minha vida!

O Eduardo e o Fred na Alemanha

O laço único e eterno do Rodrigo nas primeiras horas de dia de vida da Maria Clara
Meus amores

A Mari e o mano no casamento dela aqui em Porto Alegre

quinta-feira, 24 de março de 2011

Cuidado com as cores dos vestidos

Certas coisas merecem atenção especial. Nesta semana, minha colega @tauana_saldanha me mostrou a foto de um casamento que saiu na coluna social do Jornal do Comércio. Fiquei pensando se deveria ou não publicar a imagem aqui e falar sobre o assunto, mas acho que exemplos como esses nos fazem entender porque as cores claras, em especial prata, off white e tons mais claros são polêmicos no altar e, consequentemente, numa festa de casamento.

Reparem na foto, a noiva é muito bonita, o vestido feito pelo Marco Tarragô é lindo (ainda que, para mim, é muito decotado), mas olhando rapidamente para a imagem dá para se perguntar: quem é a noiva? A mãe do noivo também é bonita e está muito elegante. O vestido é de muito bom gosto, mas a cor...a cor, que me parece prata, "briga" com o vestido da nora. Vejam bem, pode ser que ela tenha perguntado para a noiva sobre a cor do vestido e a nora não tenha se importado. Vai de cada um, mas acho arriscado e a etiqueta não recomenda cores que se aproximem do branco, nem madrinhas de vestido preto, por ainda ser uma cor usada em enterros e velórios.

Em tempo: pior que já vi a foto de uma sogra usando um vestido em duas cores: preto e  branco. O vestido era lindo, mas não para usar no dia do casamento do filho. Ou foi uma forma de protesto? Glub!

Everton Rosa/Divulgação/JC